segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

eu sou o meu próprio carrasco!





Eu me condeno ,sofro  por ser muitas quem eu sou,mas não quero deixar de ser quem eu sou, não consigo.
eu me condeno a setença de mim mesma ,neste cruel mundo sem fim!
não quero juiz eu me  condenei a ser meu próprio juíz.
sou o inquisidor e a tocha que queimará por completo,aniquilando qualquer vestígio de minha existência insignificante e patética
nada mais mais tem valor ,não há justiças para os condenados como eu.
sou o retrato do odioso ser terreno ,me chicoteio por eu mesma e por ser eu mesma ,sem querer ser!
passo a guilhotina em minha cabeça esperando uma absolvição de
mim mesma por eu mesma!
oh! como sou irrevogável e odioso  ser digna de chibatas e cadeiras elétricas o bastante para não poder mais pensar em agir como eu,não posso ser eu neste mundo!
Sou o carrasco que chicoteia e condena o ser e organiza sua cabeça
a ser mostrada em público!
eu condeno ao sofrimento eterno o eu ,pois não quer deixar de ser eu
ele não pode ser eu não devo deixar isso acontecer ,pois o eu não deve ganhar do não eu!
chicoteio toda forma de não ser eu e  não poder ser eu para ninguém ,mais além do eu que aqui jáz em condenação eterna!
Sou o carrasco e te darei a dor mais profunda do mundo por tentar ser o eu não acabado sem a tal misericórdia do todo!
Nós somos o todo e você nenhum, o nada no mais frio do seres humanos e claro alguém insolente na visão do todo!
pare !você está narcortizada pelo eu e por isso eu o seu carrasco lhe condeno a morte na forca da maldade humana!
Morra, agora somente agora ,para não sofrer depois!!!
sofra agora, se quiser tentar a absolvição deste tal eu!!!
Que ser mais patético e insignificante é este tal eu!

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